Eu desapareci junto com a poeira cortante que se infiltra em lugares insólitos. Meus diferentes nomes se tornaram nômades e foram facilmente jogados ao esquecimento. Permanecem caídos nas ruínas de meus ideais.
Inconstantemente tenho voltado ao local de origem de todos os raios da minha esquizofrenia que, atualmente, se encontra parcialmente adormecida, sempre sofrendo ameaças de ser perfurada por engrenagens enferrujadas.
Trabalhando em confeccionar um final distinto de todos os já escritos em livros, meu tempo se descongela, o horizonte se abre, e as merecidas medalhas são entregues aos inocentes que carregam sagazmente seus méritos.
Um novo e estático coração em mim foi moldado. Meus anoréxicos sentimentos tiveram seu ar renovado, em mim foram inseridos dispositivos calculistas que fazem com que meus olhos sejam tristes.
Enxergo através daquilo que convecionalmente todos eles vêem. As cortinas dos meus olhos foram violentamente arrancadas.
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